Já comecei este texto várias vezes, em dias diferentes, com espíritos diferentes. Nunca o terminei porque fico sempre com a sensação que as palavras ficam aquém daquilo que quero exprimir. Acontece o mesmo quando algumas pessoas, as mais céticas, me questionam sobre o amor que tenho por animais.

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Pegou nos dois pedaços de papel enquanto se sentava no banco da paragem e juntou-os, para que a leitura fosse possível, ao mesmo tempo que uma espécie de sentimento de culpa lhe assolava a mente.  

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Dizem que o medo se altera com os anos. Que, se em criança tínhamos medo da trovoada, com o passar dos anos, uns medos dissipam-se e outros (re)nascem. Nunca foi o meu caso. O meu medo sempre foi o mesmo.

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Hoje dei por mim a pensar no verão. Tenho saudades do verão e, consequentemente, admito, tenho saudades de Angola. E, não só por isso, mas também, apetece-me falar sobre a minha aventura em Angola e o meu regresso a Portugal.

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