As palavras que se seguem não pretendem ofender ninguém. Especialmente seres humanos e empresas ligadas ao sector das telecomunicações. Uff! Já me safei de uns quantos processos.  Enfim, também pouca gente lê estas palavrinhas. Mas é importante deixar estas ressalvas não vá passar por aqui a brigada do politicamente correcto.

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As coisas com a língua portuguesa são muito fáceis de explicar. Já todos sabemos que as frases que dizemos querem dizer outra frase completamente diferente. Já sabemos que as palavras que usamos significam outras palavras. Já sabemos que o nosso discurso tem outro sentido que não aquele. Conclusão. Nunca dizemos as coisas como elas são.

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Eu sei que a pergunta pode parecer estranha. Enfim. É estranha. O que é que nós somos? Certo. Somos humanos. Pessoas. Cidadãos. Contribuintes. Temos um nome. Temos uma idade que vai avançando com o tempo. Temos um estado civil. Temos um sexo. Temos um feitio. Temos uma forma de estar. Temos uma ocupação. Temos hobbies. Um sem número de coisas que nos tornam especiais. Únicos. Diferentes. Cada um de nós é com o é. Uns melhores que outros. Uns piores que outros.

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A verdade. Ai a verdade. Será que existe mesmo a verdade. Desculpem a entrada a pés juntos. Melhor. A pés filosóficos. Isto hoje anda assim. Como se não bastasse a minha cabeça não parar quieta...tenho dentro de mim um pensador moderno. Ou conservador. Eu sei lá a diferença. É demasiada coisa para uma pessoa só.

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Desisto. Não consigo. Pah, não dá! Peço desculpa. Eu bem tento. Eu tento muito. A única coisa que me parece viável, após tanto tempo, é abandonar. Não a vida em si. Mas este pequeno mundo que se foi tornado snob. Porque é giro ser snob. Trata-se de uma moda. Não daquelas temporárias. Daquelas, sim, que vieram para ficar. Porque muita gente, hoje, adora ser snob.

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