Portugal com “nota artística” para além do futebol

No hóquei em patins, na patinagem artística, no futsal, no atletismo, na canoagem, no judo, no ténis de mesa... somos um país de campeões.

E temos campeões de várias gerações e alguns “especiais”, cujas limitações físicas ou mentais não os impedem de conquistar títulos.

Minsk e Barcelona são duas cidades a ficar gravadas na história do desporto nacional.

Na capital da bielorússia, Portugal registou nos jogos europeus um recorde de 15 medalhas, incluindo três de ouro no ténis de mesa feminino, 100 metros do atletismo e futebol de praia.

Nos World Roller Games, em Barcelona, foram 10 as medalhas conquistadas pelos atletas portugueses. Duas foram de ouro, incluindo o tão esperado título mundial do Hóquei em Patins.

Mas não ficamos por aqui. Portugal sagrou-se campeão europeu sub-20 de basquetebol na divisão B. E fez história ao subir pela primeira vez ao escalão principal.

No ténis, João Sousa também tem feito história, apesar da ausência de títulos esta temporada. O tenista vimaranense foi o primeiro português a chegar aos oitavos de final de Wimbledon. Só não conseguiu ultrapassar Nadal.

Em destaque ainda Miguel Oliveira. Depois das conquistas em moto3 e moto2, o piloto de Almada tornou-se este ano o primeiro português de sempre a competir no MotoGP. O arranque não tem sido fácil. Oliveira soma 15 pontos no Mundial, mas está em força para a segunda metade da temporada.

Razões não faltam para dar os parabéns e reconhecer o trabalho dos atletas portugueses nas várias modalidades, algumas delas com orçamentos reduzidos.

E isto não quer dizer que se deve desvalorizar o futebol. Muito pelo contrário, o futebol vai continuar a ser o desporto rei em Portugal, mas devemos sublinhar a “nota artística” para lá dos relvados.

 


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