O teu pai sempre soube (desde a primeira ecografia, vá). Eu também, mas muito antes disso. Sempre me vi mãe de uma menina. De meninos também. Mas para primogénita, uma princesa com pêlo na venta (uma "brave - indomável", como a do filme de animação da Pixar, ou uma "She-Ra", princesa do poder, dos desenhos animados que eu via em miúda), distinta sucessora da nossa pequena "realeza" (feminina) minhota. Se bem que não podia descurar a força genética beirã do lado paterno, em muito maior número e com 99% de indivíduos do sexo masculino.
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Ainda a viagem não ía a meio e já há semanas que te sentia a usar o meu útero como se fosse a mais apetecível das camas elásticas. Ahhhhh Quem dera juntar-me a ti, nessas acrobacias imparáveis! Quando o equilíbrio cá fora permitir, havemos de saltar muito os dois. Prometo! Para já, fico de bela assistente, a proporcionar-te tempo e espaço para voares e treinares os mais certeiros golpes marciais.
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Uma das coisas mais #pirosas #excessivas #incompreensíveis #nuncanoutraalturaaceitável da gravidez é que nos rendemos a tudo o que é objetos, ações e coisas inúteis, mas que nos parecem fazer muuuuita falta. Só o acúmulo desmesurado de hormonas e a fofice desenfreada que as crias provocam pode desculpar os exageros deste estado de graça. Sabemos disso e, mesmo assim, pumba! Lá estamos constantemente na dicotomia necessidade/capricho. Na dúvida, vence a segunda, claro. Mas só porque se torna (estranhamente) imprescindível, como é obvio...

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